Ser
catequista, uma ato de amor e alegria!
Ser catequista é um privilégio! O
espírito, que conduz a Igreja em sua missão, suscita continuamente vocações
para a evangelização. A uns chama ao ministério presbiteral, cujas funções são,
precisamente, a educação da fé. A outros chama à vida consagrada para realizar,
desde essa vocação, tarefas evangelizadoras muitovariadas. Muitos deles são
chamados a trabalhar na catequese. Para alguns deles a Igreja encarrega a
tarefa concreta de catequizar. Todos esses agentes estão a serviço do
“ministério da catequese” que é o ministério fundamental em toda a Igreja
particular.
A missão catequética é exercida em
nome da Igreja, o que significa que o(a) catequista deve seguir as orientações
da Igreja. Portanto, o (a) catequista, ao receber o ministério, assume o
compromisso que a Igreja lhe confere, tornando-se responsável pela missão de
evangelizar.
Ser catequista é ter sua formação nos fundamentos na pessoa
de Jesus Cristo. Jesus, com seu olhar perceptivo e atento na escuta do coração
humano, como um bom catequista, aponta caminhos para a formação do educador da
fé. Sendo assim, Jesus educa com afeto e ternura, acolhe e ouve a pessoa.
Inspirada na pessoa de Jesus, a formação do(a) catequista deve sugerir uma
catequese afetiva, da ternura, promovendo o seguimento ao Mestre.
A formação é
essencial
A finalidade da formação requer,
portanto, que o catequista se torne o mais capacitado possível a realizar sua
missão. Ninguém nasce pronto. Cada ser humano vai adquirindo experiências
no processo de crescimento. É o princípio aprender fazendo. A formação humano-cristã
do(a) catequista, é um longo caminho a ser percorrido, através de
conhecimentos,de práticas iluminadas pela reflexão bíblico-teológica,
pedagógico, metodológica. Requer sintonia com o tempo atual e com a situação da
comunidade. Assim, fiéis a Deus, à Igreja e à pessoa humana, os (as)
catequistas evangelizam a partir da vida, anunciando o mistério de Jesus
Cristo, sendo ao mesmo tempo, mestres, educadores e testemunhas.
A formação do(a) catequista possui as
seguintes dimensões: ser, saber e saber fazer. A mais profunda se refere ao
próprio ser do catequista, à sua dimensão humano-cristã. A formação de fato
deve ajudá-lo(a) a amadurecer, antes de mais nada, como pessoa, como fiel e
como discípulo(a).
Em resumo, não pode haver verdadeiros
catequistas sem formação. A importância que o(a) catequista tem na vida da
Igreja leva a afirmar que os instrumentos de trabalho não podem ser
verdadeiramente eficazes, se não forem utilizados por catequistas bem
preparados. Portanto, ao celebrarmos o dia dos(as) catequistas agradecemos a
Deus pelo dom de tantas vidas doadas ao anúncio do Evangelho, como verdadeiras
testemunhas de Jesus Cristo na catequese com: o ventre materno, crianças,
jovens, adultos , idosos e junto à pessoa com deficiência. O Espírito Santo vos
ilumine nesta vocação e missão.
Fonte: Scala Editora
